Conferência de Niterói já tem data marcada

Por GT-pró-Conferência Municipal de Comunicação Social de Niterói , GT-pró-Conferência Municipal de Comunicação Social de Niterói

Fonte: GT-pró-Conferência Municipal de Comunicação Social de Niterói

A Conferência de Comunicação Social de Niterói já tem data marcada: será nos dias 28 e 29 de agosto próximo - uma sexta-feira e um sábado. Antes disso, porém, será realizada uma plenária municipal, na quarta-feira, dia 22 de julho, às 18h, no auditório da OAB da cidade, à Avenida Amaral Peixoto, 507, Centro.

A plenária do dia 22 é aberta a representantes de todas as instituições da cidade – sindicatos, associações de moradores, partidos políticos, conselhos municipais, igrejas, entre outras -, interessadas na discussão de novas políticas públicas para o setor de Comunicação Social de Niterói. Na plenária, os participantes estarão definindo a pauta do movimento social para a conferência municipal.

O Grupo de Trabalho pró-Conferência Municipal já formalizou à Prefeitura da cidade o pedido para que o prefeito Jorge Roberto Silveira convoque oficialmente a Conferência de Comunicação, garantindo assim que o evento conte com a participação dos Poderes Executivo e Legislativo, da sociedade civil e do empresariado da área de comunicação da cidade.

A Conferência Municipal é uma das atividades da agenda preparatória da Conferência Nacional de Comunicação Social, que será realizada no período de 1 a 3 de dezembro próximo, em Brasília. Até setembro, estarão acontecendo as conferências municipais e regionais. Em outubro, será a vez das conferências estaduais.

Pela primeira vez, o Brasil promove uma conferência de Comunicação Social, cujo tema é ‘Comunicação: meios para construção de direitos e cidadania na era digital’. Representantes do movimento social consideram que será uma oportunidade histórica para se discutir qual é o processo de Comunicação Social que a própria sociedade deseja, contrapondo-se a uma mídia que, hoje no País, de modo geral, é altamente concentradora, criminaliza movimentos sociais e limita a participação efetiva de grupos sociais na produção do setor.



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