No último dia 9 de junho, a Comissão Nacional Pró-Conferência (CNPC) protocolou junto ao Ministério das Comunicações (MiniCom) documento que defende a contemplação dos interesses da sociedade civil no regimento interno da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) e nota de repúdio ao corte da verba anteriormente prevista e divulgada. O material é resultado do diálogo e trabalho de unificação de interesses entre as comissões estaduais e a nacional.
O documento enviado ao ministro das Comunicações, Hélio Costa, protesta contra a redução de R$8,2 milhões para R$1,6 milhão, que interferiu diretamente nas expectativas das comissões estaduais e tem grande chance de inviabilizar a própria Confecom. No documento, a CNPC solicitou que alguma atitude fosse tomada por parte das autoridades capacitadas para resolver o problema.
As 23 comissões estaduais contam atualmente com cerca de 450 entidades envolvidas nas discussões sobre a Conferência. “A sociedade tomou a frente do debate e já vinha elaborando suas propostas. O movimento das comissões conseguiu garantir uma Conferência democrática, com flexibilidade para os estados regulamentarem suas atividades estaduais, e com temário amplo para dar conta dos vários temas sobre comunicação no Brasil”, explica Carolina Ribeiro, membro da CNPC.
Se de um lado as comissões trabalham na mobilização social, a Comissão Nacional busca validar os esforços junto à Comissão Organizadora. A garantia de participação dos suplentes nas reuniões para Conferência visa consolidar os interesses da sociedade civil. Na solicitação encaminhada ao Ministério propõe-se que sejam disponibilizados recursos para custear o deslocamento dos suplentes garantindo assim a participação nas reuniões.
Os suplentes são representantes da sociedade civil não-empresarial, frente aos representantes do governo e entidades empresariais. São eles os responsáveis por expor os pontos discutidos e unificados pelas comissões. Atualmente existem sete cadeiras para a CNPC na Comissão Organizadora, entre elas estão entidades como a Associação Brasileira de Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (Abepec), representando o campo público de televisão, e entidades como a Central Única de Trabalhadores (CUT), representando os movimentos civis.
A participação da sociedade civil na Comissão Organizadora foi instituída pela portaria nº185. Umas das defesas da Comissão Nacional Pró-Conferência, conforme o documento encaminhado ao Ministério, é no sentido de garantir as demandas da sociedade civil na elaboração do regimento interno. A Comissão Organizadora é justamente a entidade responsável por coordenar, supervisionar, elaborar o regimento interno e realizar a Confecom.
“Existe uma Comissão de Sistematização (junto à CNPC) e há expectativa de que as entidades da sociedade civil não-empresarial consigam defender os pontos da Comissão. Esperamos que nossas formulações contribuam na elaboração do regimento interno”, defende Carolina Ribeiro. Os membros da Comissão Organizadora devem se encontrar no próximo dia 19 de junho, no MiniCom, onde os representantes da sociedade civil poderão dialogar com o governo e empresários.
Alguns pontos já desenvolvidos pelas comissões estaduais estão nas resoluções da Plenária do dia 29 de maio, realizada em Brasília. Na ocasião foram estabelecidos eixos de discussões (”meios de comunicação” e ”sistemas de comunicação”), além da organização de mesas de debate e grupos de trabalho para aprofundamento das discussões.
No processo de diálogo entre representantes da sociedade, governo e entidades empresariais, a próxima reunião deve apontar novas resoluções. “Vejo que as comissões estaduais e a nacional estão muito preparadas para fazer este embate. Existem quadros muito qualificados na linha de frente e acredito que se fortalecermos, teremos alguns avanços no processo da Conferência”, explica Marco Antônio Konopacki, membro da Comissão do Paraná. E ainda busca fortalecimento das Comissões: “falo e continuo a repetir que precisamos ganhar as ruas para que a nossa luta ganhe corpo”.
17 de junho de 2009 às 11:14
Pessoal,
Veja a seguir um e-mail que enviei para o proprietário de uma rário 93FM de Alagoinhas Bahia. Após receber o e-mail a resposta que tive foi a articulação do referido proprietário com os demais proprietários de rádio para que juntos impedissem meu acesso a todos as FM comerciais da Cidade. Motivo da retaliação: Fui presidente do PT de minha cidade.Hoje articulador de uma importante instituição não tenho acesso aos rádios. Imaginem.
Precisamos mesmo ganhar as ruas! Contem comigo 75-88466431
VEJA CONTEÚDO DO E-MAIL:
Ilmº Sr. Cacau Pena
Diretor proprietário da 93 FM
Sou Articulador do Território de Identidade do Litoral Norte e Agreste Baiano; instituição suprapartidária composta por representações de toda instituições Públicas e da Sociedade Civil dos 22 municípios que compõe o mesmo, conforme mapa em anexo.
Venho por meio desta informá-lo que na última terça feira tive no Programa Linha Aberta- A qualidade Faz a diferencça; quando oportunamente falaria sobre a Política de Desenvolvimento Territorial do Estado das Bahia e mais especificamente do nosso território e Geraldo Almeida (EBDA) falaria do Lançamento da Câmara Setorial de Citricultura do nosso Território, conforme foi feito nos Programas Pauta Livre da Digital FM e no programa Primeira mão da AM 1240. O Evento que foi divulgado “inclusive no programa Linha aberta” ocorreu na Câmara de Vereadores de Alagoinhas, hoje dia 27/05/09 com a presença de várias representações governamentais (Prefeitos, vice-prefeitos, secretários e demais agentes de governo), da sociedade civil e da iniciativa privada do território, da Bahia e de São Paulo.
O motivo desta minha mensagem é para informá-lo que o apresentador do programa Linha Aberta Sr. Dionísio França, não permitiu que mim pronunciasse em nome do território, embora tenha deixado claro que tinha tempo mas, apenas poderia fazer uso da palavra Sr. geraldo, membro do colegiado que foi falar de uma das ações do território.
Quero deixar claro que não estou reclamando do apresentador, criticando ou avaliando, nem tão pouco implorando para que permita meu acesso a este programa. Estou informando; antes de qualquer atitude, inclusive de informar na reunião do colegiado territorial por que não falei neste programa e só nos demais preferir levar ao vosso conhecimento até para que eu possa saber prestar esclarecimento; pois, outros eventos ocorrerão e precisamos saber da possibilidade ou impossibilidade de poder contar com este veículo de comunicação social para divulgar as ações do nosso colegiado territorial.
Para que o senhor conheça um pouco mais sobre a Política de Desenvolvimento territorial segue um anexo que vale a pena fazer uma breve leitura.
Coloco-me a inteira disposição para qualquer esclarecimento.
Atenciosamente,
Joel da Silva
Articulador Territorial do Litoral Norte e Agreste Baiano.
75-34218640
75-88466431