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	<title>Comentários sobre: Delegação plural representará o Ceará na I CONFECOM</title>
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	<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 22:02:26 +0000</pubDate>
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		<title>Por: JOSÉ DE SOUSA JÚNIOR</title>
		<link>http://proconferencia.org.br/textos/clipping/delegacao-plural-representara-o-ceara-na-i-confecom/comment-page-1/#comment-189</link>
		<dc:creator>JOSÉ DE SOUSA JÚNIOR</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:18:07 +0000</pubDate>
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		<description>Ao contrário da delegação da sociedade civil não-empresarial eleita na Conferência do Ceará, que de fato representa vários segmentos do Estado, o mesmo não podemos dizer da delegação da sociedade civil empresarial escolhida na Conferência Estadual do Ceará. Embora eu faça parte da delegação cearense como 10º suplente (isso porque solicitei minha inclusão na única chapa apresentada), por diversos motivos essa delegação não reflete a diversidade do setor empresarial de comunicação do Estado. Um desses motivos é o fato de a ACERT-Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão do Ceará, atendendo recomendação da ABERT, ter orientado seus associados a não participaram da Conferência. Resultado: entre os 118 delegados presentes eu era o único a representar oficialmente uma emissora de rádio comercial, embora existam mais de 150 emissoras desse tipo no Estado, sem contar as emissoras de rádio educativas e de tv. Outro motivo é a ausência de qualquer critério de representação e de participação na conferência. Isso é grave, pois uma mesma empresa ou associação empresarial poderia enviar dezenas de representantes, sem limite, como se observou na conferência do Ceará e certamente em outros estados, elegendo todos os delegados que pretender, excluindo, portanto, todos os demais setores empresariais. Duas sugestões: limitar a participação de um representante por empresa, com direito a voto (os demais teriam direito apenas a voz) e instituir a eleição de chapas observando-se a proporcionalidade. Assim, uma chapa que obtivesse 20% dos votos elegeria 20% dos delegados. Do jeito que está, sem qualquer critério de participação e eleição, uma só grande empresa de telecomunicação, por exemplo, pode ter a maioria de participantes em uma conferência estadual e eleger todos os delegados efetivos e suplentes. Isso é ou não uma grande distorção na representatividade do setor que se refletirá na plenária final da Conferência?
SOUSA JÚNIOR-diretor da Rádio Princesa do Norte de Morrinhos-CE.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário da delegação da sociedade civil não-empresarial eleita na Conferência do Ceará, que de fato representa vários segmentos do Estado, o mesmo não podemos dizer da delegação da sociedade civil empresarial escolhida na Conferência Estadual do Ceará. Embora eu faça parte da delegação cearense como 10º suplente (isso porque solicitei minha inclusão na única chapa apresentada), por diversos motivos essa delegação não reflete a diversidade do setor empresarial de comunicação do Estado. Um desses motivos é o fato de a ACERT-Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão do Ceará, atendendo recomendação da ABERT, ter orientado seus associados a não participaram da Conferência. Resultado: entre os 118 delegados presentes eu era o único a representar oficialmente uma emissora de rádio comercial, embora existam mais de 150 emissoras desse tipo no Estado, sem contar as emissoras de rádio educativas e de tv. Outro motivo é a ausência de qualquer critério de representação e de participação na conferência. Isso é grave, pois uma mesma empresa ou associação empresarial poderia enviar dezenas de representantes, sem limite, como se observou na conferência do Ceará e certamente em outros estados, elegendo todos os delegados que pretender, excluindo, portanto, todos os demais setores empresariais. Duas sugestões: limitar a participação de um representante por empresa, com direito a voto (os demais teriam direito apenas a voz) e instituir a eleição de chapas observando-se a proporcionalidade. Assim, uma chapa que obtivesse 20% dos votos elegeria 20% dos delegados. Do jeito que está, sem qualquer critério de participação e eleição, uma só grande empresa de telecomunicação, por exemplo, pode ter a maioria de participantes em uma conferência estadual e eleger todos os delegados efetivos e suplentes. Isso é ou não uma grande distorção na representatividade do setor que se refletirá na plenária final da Conferência?<br />
SOUSA JÚNIOR-diretor da Rádio Princesa do Norte de Morrinhos-CE.</p>
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